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terça-feira, 16 de abril de 2013

Desprender




domingo, 25 de março de 2012

Borboletas

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

(Mário Quintana)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Eu por outros olhos

Dizem que sou fria, irônica, que o meu sorriso mais inocente guarda um pouco de sarcasmo
Que pareço velha e estranhamente infantil
Que tenho personalidade duvidosa e atitudes disformes
Que minhas manias são propositais
Que tudo o que faço é calculado
Nada em mim é por acaso
Nada em mim é realmente falho
Tudo fui eu quem escolhi
A pele, o nariz deformado
O sapato apertado, o signo, o temperamento
A família, amigos, inimigos, animais de estimação
Sabores e desamores
Até os poucos centavos!

De tantos outros adjetivos, só esqueceram de nomear-me burra... Pois, se de fato tive a chance de escolher, acabei escolhendo errado!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sutileza masculina


Você é como uma dose barata de uísque, por mais que eu deteste é a única que posso pagar...

Sem título


Dobrei meu coração feito papel
E o joguei no chão de um botequim
Na esperança de alguém o encontrar
E leva-lo pra longe de mim
Mas que azar que eu dei
Ninguém o levou
Ele continuou a reclamar
O meu corpo embebido de dor
E o sorriso querendo esgotar
Percebi que esquecer não adianta
É preciso aprender a conviver
Pois os momentos existem na lembrança
E a saudade só lembra você

Open/Closed


Fecho os olhos
Abro o coração
Quebro a cara
...
Abro os olhos
Fecho o coração
Exibo uma máscara
De cara fechada
Para esconder
Um coração aberto.

Surreal


As estrelas não param de cair
Pobre céu ficou deserto
E o chão repleto de luz
Estaria eu sonhando acordado
Ou caminhando de cabeça pra baixo?
Com o asfalto embebido de estrelas
E o céu de escuridão
Sinto que vou enlouquecer
Se não sentir a tua mão
Pois como sabes de nada importa
Ter tudo no lugar e não te ter.

Desencontro


O sol nasce
O despertador toca
Você levanta
Eu cubro o rosto
O sol se põe
A insônia desperta
Eu choro
Você dorme

quarta-feira, 18 de maio de 2011

...


Passou e não era como chuva de verão nem como vento traiçoeiro, mais parecia rio ao encontro de outras águas ou flor que se espalha pela brisa quente. Você passou e eu nem tive tempo de me fazer aparente, nossas vidas não se entrelaçaram, culpa de quem? Do destino ou da sua pressa? Não importa, passou.

Inevitável


Imaginar
Negar
Esquecer
Voltar
Iludir
Temer
Amar
Variar
Esperar
Ler


...E pra você, o que é inevitável?